Wagner Cassimiro
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Chatbots na educação

O que os chatbots podem fazer no mundo da educação? Eu sou Wagner Cassimiro e este é o Espresso3.

Se na sua infância, você achava o máximo sua boneca falar meia dúzia de frases, então ficará maravilhado com este Dino que seu filho pode ter hoje! Ele conversa naturalmente com seu filho, conta histórias, canta músicas, joga, soletra palavras, resolve charadas e operações básicas de matemática, entre outras funções educativas que não só contribuem para o desenvolvimento de seu filho, como também o do próprio robô.

Mais do que um smart toy, este é um dos exemplos de chatbots que são alimentados e turbinados por sistemas de processamento avançados que compreendem, analisam e respondem em linguagem natural, e que são capazes de aprender e se aprimorar a cada interação.

Chatbot vem da junção de duas palavras em inglês, “Chatter”, falador, e “Bot”, abreviação de “robot”, robô. Como seu próprio nome diz, um Chatbot é um programa de computador que é capaz de conduzir e estimular conversas via texto ou voz.

Existem diversos tipos de chatbots e para diversos fins. Os mais simples são parametrizados por regras, palavras-chave e fluxos de navegação delimitados, que dão respostas automáticas para perguntas repetitivas. Os mais modernos são dotados de inteligência artificial e machine learning, o que promove sua própria evolução. Além disso, já estão sendo desenvolvidas capacidades sensoriais e emocionais que o tornarão mais próximo do humano.

Estes robôs estão mais presentes em nossas vidas do que pensamos, sobretudo na área de atendimento ao cliente das empresas. Assim, temos diversos deles incorporados em chats online nos sites das empresas, no WhatsApp, no Messenger do Facebook e em qualquer outro mecanismo tipo SMS e fórum.

Você pode pedir pizza, comprar passagens, chamar um táxi, resolver problemas comuns ao 0800, entre outras coisas. Certamente, se você digitou alguma coisa e ficou surpreso com a velocidade na resposta, certamente você estava conversando com um robô. Os Chatbots automatizarão toda as atividades básicas, rotineiras, repetitivas e que precisam da comunicação.

Se os bots podem se comunicar, eles podem atuar na educação e na aprendizagem.

Ashok Goel, um professor da Georgia Institute of Technology, adotou a Jill Watson, da IBM, como professora assistente do curso de inteligência artificial. Por semestre, os 300 estudantes geram mais de 10.000 questões no fórum online do curso, o que demanda o trabalho de 9 professores assistentes. Jill Watson respondeu as questões dos alunos com 97% de acurácia.

Verdade que na ocasião, Jill ficou responsável por apenas 13% de todas as questões, mas os pesquisadores desenvolveram sua habilidade e ela passou a ser responsável por 40% já no final daquele ano.

Duolingo, um aplicativo popular de aprendizagem de idiomas, oferece a seus alunos a prática em conversações via chat. Ao passo que conversam, os robôs corrigem sua escrita, ao mesmo tempo que reconhecem seu nível e vão constantemente progredindo e expandindo o seu domínio do idioma.

No mundo corporativo, os chatbots poderão promover a curadoria de conteúdo, atuar na tutoria de aprendizagem, no suporte ao desempenho e por que não serem coaches e mentores dos colaboradores? Enfim, certamente quando esta inovação estiver disponível, toda a lógica de aprendizagem no ambiente de trabalho e as tecnologias educacionais disponíveis, como o LMS, precisarão ser repensados.

Para finalizar, uma reflexão sobre o futuro do trabalho. Robôs foram feitos para trabalhar, cabe ao homem a capacidade de pensar e de criar. Então, pense em como garantir sua empregabilidade e crie seus diferenciais!

Até a próxima!

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