Wagner Cassimiro
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Como engajar a liderança nas ações de educação corporativa?

Você sabe como engajar a liderança nas ações de educação corporativa? Eu sou Wagner Cassimiro e este é o Espresso3.

O sucesso de seu Sistema de Educação Corporativa está diretamente associado ao envolvimento e atuação da liderança de sua organização. São eles que contribuem para o alinhamento estratégico das ações educacionais, patrocinam grandes ideias, mobilizam suas equipes e ainda podem atuar como conteudistas, professores e aprendizes.

No entanto, sua mobilização é um grande desafio, pois sua agenda e sua atenção são bastante disputadas. Aqui, apresentaremos as principais razões do não engajamento e apontaremos algumas recomendações para que você possa superá-las.

O primeiro motivo do não engajamento é o desconhecimento sobre o assunto, ou seja, a liderança não sabe o que é educação corporativa. Em outras palavras, você não valoriza o que você não conhece. Assim é importante explicar brevemente o conceito de educação corporativa utilizando diversos recursos de comunicação e de educação, mostrar como ela está conectada com a estratégia, vender as possibilidades de ganhos e resultados para a organização, e trazer resultados de benchmark, afinal observar o sucesso dos outros pode ser contagiante!

O segundo motivo é o desconhecimento do que fazer, ou seja, a liderança não sabe quais são suas responsabilidades no desenvolvimento das pessoas. Neste ponto é importante parar de esperar que as coisas caiam do céu. Os resultados acontecem quando todos sabem quais são suas entregas, seus papéis e suas responsabilidades, portanto, é importante legitimar – e, às vezes, até formalizar -, sua atuação. Somente assim é possível acompanhar o andamento das ações e cobrar os responsáveis, tanto na governança de seu sistema de educação corporativa, quanto em uma determinada ação educacional. Não se esqueça de envolver os líderes logo no início do processo, caso contrário sua adesão será menor.

A terceira razão é o não saber fazer, ou seja, a liderança não sabe como atuar. Não basta passar as responsabilidades, é preciso capacitar os líderes e estimular o comportamento adequado. Por exemplo, em um programa de multiplicadores é preciso que eles sejam preparados tanto em habilidades de comunicação, quanto na capacitação propriamente dita do que eles estão multiplicando. Gere estímulos por meio de políticas de participação e de reconhecimento para valorizar sua dedicação.

A quarta razão é de que a liderança não enxerga os benefícios e resultados dos investimentos. Aqui é preciso diagnosticar adequadamente as demandas educacionais, conectando seus impactos em indicadores e resultados, mensurar as mudanças ocorridas, comunicar, e saber “vender” seus frutos. Quando os líderes são os clientes do processo, atuando como aprendizes, dobra-se a atenção no planejamento e na excelência de execução, já que são formadores de opinião. Sua percepção será definida por sua própria experiência na ação educacional.

E, se realmente os benefícios e resultados não estão à vista, então a liderança só enxergará o ônus do processo. Horas com equipes paradas, dinheiro gasto com viagens, palestrantes caros e por aí vai. Este quinto e último motivo pode ser contornado buscando-se eficiência, economias e racionalidade do processo educacional, bem como desenvolvendo a melhor experiência educacional dentro do orçamento possível.

Estes 5 motivos do não engajamento podem e devem ser superados. Não se esqueça de permanentemente desenvolver sua visão de negócios e se manter atualizado nos diversos assuntos de educação corporativa e gestão de pessoas.

Aproveite e assine o Espresso3 e participe desta oportunidade de aprendizagem contínua!

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