Wagner Cassimiro
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Série Chris Surdak | 2 de 6 | Big Data Learning

Chris, como o Big Data pode transformar a maneira que aprendemos?

Nós já estamos tendo esta experiência no mundo todo. As pessoas estão cursando o ensino superior e aprendendo coisas online por vídeos, por canais de educação e inclusive hoje, se você precisa trocar uma lâmpada e não sabe como, você pode ir no YouTube e há milhares de vídeos explicando como fazer isto. Então a quantidade de informação disponível para nós significa que nossas necessidades mudaram e como precisamos aprender muda. Antigamente, quando frequentei a faculdade, aprender fatos, aprender números, aprender detalhes era o principal. Agora, eu posso buscar qualquer um destes detalhes instantaneamente. Então o que importa agora é como eu formulo questões e então busco pelos fatos e respostas para aquelas perguntas, e como eu sintetizo fatos para extrair novos insights. Então a natureza do aprendizado está mudando, o que valorizamos do aprendizado está mudando e a habilidade de acessar quantidades enormes de informação significa que a nossa habilidade de filtrar fatos, de encontrar o que é realmente significativo se tornou mais importante. E eu penso, você vê uma revolução na educação, particularmente no nível universitário, pois o que valorizamos está mudando.

E como isto funciona dentro de uma empresa?

Em empresas é muito difícil, pois a maneira como medimos desempenho está mudando também. Quando eu automatizo mais e mais, quando começo a usar coisas como aprendizado de máquina e inteligência artificial, o valor que as pessoas trazem para a organização muda drasticamente. Eu creio que veremos que um número grande de profissões que eram para gerentes e supervisores deixarão de existir, pois nossos negócios devem começar a acontecer mais rápido e devem ser mais automatizados e para as pessoas continuarem sendo relevantes, o que eles sabem e como contribuem para os processos de negócio também começará a mudar drasticamente também. Serão necessários uma série de habilidades completamente novas e uma nova compreensão que eles talvez ainda não possuem.

Quanto mais automatizamos como nossos negócios operam e dependemos mais de aprendizado de máquina, inteligência artificial, aquilo que nos torna humanos é o último diferenciador, é a última coisa que não consigo colocar em uma equação, é a última coisa que não consigo programar em um computador e isso se torna cada vez mais valioso e mais importante.

Conversei com diversas empresas onde eles tentam ser bem racionais em todas as tomadas de decisão, mas quando estou 99,99% certo de que você vai entrar na minha loja e comprar algo, porque eu te analisei e enviei o tipo certo de cupom, aquele último instante antes de você decidir, isto é uma decisão humana, é uma decisão emocional e você quer sentir que tem controle. Então, enquanto temos mais e mais dados e podemos fazer mais cálculos para direcionar o que você faz, aquela última parte de tomada de decisão humana, aquela emoção se torna o diferencial e isto é válido tanto para colaboradores quanto para clientes. Então, nos negócios, você precisa ter pessoas que estão engajadas emocionalmente no processo, para fazer aquele último pedacinho de decisão que não cabe em uma equação.

Muito obrigado!

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Chris, how could Big Data transform the way we learn?

We’re already experiencing that all over the world. People are getting higher education and learning things on-line, through videos, through on-line channels of education and even today if you need to change a light bulb and don’t know how we go to YouTube and there’s thousands of videos that explain how to do this. So the amount of information that’s available to us means that our needs have changed and how we need to learn changes. It used to be, when I went to university, learning facts, learning number, learning details was key. Now I can look up any of those details instantaneously. So what’s important now is how do I form new questions and then look for the facts and the answers to those questions, and how do I synthesize facts to come up with new insights. So the nature of learning is changing, what we value from learning is changing and the ability to access enormous amounts of information means that our ability to filter facts, to find what really matters becomes more important. And I think you see a revolution coming in education, particularly at the university level, because what we value is changing.

And how does it work inside a company?

In companies is very difficult because the way that we’ve measured performance is changing too. When I put in more and more automation, when I start using things like machine learning and Artificial Intelligence, the value that people bring to the organization changes dramatically. I think we’ll see a large number of jobs that were for managers and supervisors start to go away, because our businesses have to act faster and have to be more automated, and so for people to remain relevant, what they know and how they contribute to business processes is going to change dramatically too. It’s going to require a whole new set of skills and a new set of understanding that they may not have yet.

Why do people need to be emotionally engaged to work? As we automate more and more of how our businesses operate and we count more and more on machine learning, artificial intelligence, the thing that makes us human is the last differentiator, it’s the last thing I can’t put in the equation, it’s the last thing I can’t program into the computer and so that becomes more and more valuable and more and more important. I’ve talked to many companies where they try to be very rational on all the decision making, but when I’m 99.99 % sure that you’re going to stop at my store and buy something, because I’ve analyzed you and I’ve sent you the right kind of coupon, in that last moment before you decide that’s a human decision, it’s an emotional decision and you want to fell like you have some control, so as we have more and more data, and we can do more and more calculation to drive what you do, that last piece of human, decision making, that emotion becomes the differentiator and that’s true for both employees and your costumers. So in business, you need to have people that are emotionally engaged in the process, to make that last bit of decision that doesn’t fit into an equation.

Thank you!

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