Wagner Cassimiro
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Série DogHero | 1 de 4 | Economia do compartilhamento e RH como estratégia do negócio

Olá, estou aqui com o Fernando da DogHero para falar sobre economia do compartilhamento e RH como estratégia de negócios. Eu sou Wagner Cassimiro e este é o Espresso3.

Olá, Fernando. O que é a economia do compartilhamento?

Bom, a economia do compartilhamento é a economia na qual as pessoas que tem bens ociosos, ou tempo, espaço, qualquer coisa desse tipo, conseguem capitalizar em cima disso através de aluguel, venda, qualquer coisa do tipo para outras pessoas.

E você poderia dar alguns exemplos?

Um exemplo clássico é uma plataforma americana de hospedagem chamada AirBnB, que hoje entra para tentar ser uma outra opção aos hotéis existentes. Então você chega, você procura um lugar de uma pessoa que tem um quarto vazio que ela não usa, ou até uma casa de férias que ela não usa, daí ela coloca na plataforma para alugar. Então é um pouco do conceito de compartilhar.

Uma outra empresa é a Turo que faz compartilhamento de carros. Então uma opção aí à locadora de carro. Você tem um carro que você não está usando durante o dia, deixa na garagem, ou tem um segundo carro, você bota na plataforma e aluga esse carro para outras pessoas, e recebe por isso, obviamente.

E o que faz a DogHero?

A DogHero é uma plataforma que conecta donos de cachorro, pessoas que têm cachorros e estão procurando uma hospedagem para os seus cães quando vão viajar, por exemplo, com anfitriões, pessoas que ficam, que hospedam seus cachorros em suas residências. Então, basicamente, como o AirBnB é para pessoas, nós somos para animais de estimação.

E qual a relação desses negócios que você citou e o da DogHero com gestão de pessoas?

Bom, uma coisa comum em todos esses negócios é que eles têm os dois lados, você tem os clientes que contratam serviços de um lado e você tem do outro lado a oferta, as pessoas que estão ofertando esse serviço. No nosso caso, na DogHero, são os anfitriões, pessoas que estão hospedando os cachorros em suas residências. Hoje temos uma base de 8 mil anfitriões no Brasil inteiro, então você imagina que esses anfitriões têm que fazer uma hospedagem de qualidade. Eles acabam sendo a cara do negócio mesmo, porque eles que estão efetuando os serviços, que é a alma, vamos dizer assim, do nosso negócio.

Então temos que conseguir de uma maneira ou de outra, controlar a qualidade, temos que conseguir ofertar uma qualidade consistente, vamos dizer assim, e para isso temos que conseguir recrutar as pessoas, temos que conseguir treinar esses anfitriões, temos que ter certeza que estamos recebendo feedback deles, temos que ter certeza que estamos conseguindo monitorá-los e desligar qualquer anfitrião que possa estar não se comportando da maneira que nós gostaríamos.

E também fazer os processos de remuneração e de incentivo…

Exatamente. Então, na verdade temos um modelo que eles só ganham quando ganhamos. Diferente de alguns outros serviços – que podem talvez cobrar uma taxa para que esses ofertantes de serviço entrem na plataforma -, a pessoa pode listar o serviço dela de graça e o valor mesmo ela vai recuperando à medida que ela vai prestando o serviço dela. É claro que daí cobramos uma taxa de serviço aí de 25%, então temos que estar obviamente entregando valor para essa pessoa do outro lado também. É uma relação interessante, porque ao mesmo tempo que eles são fornecedores de serviço eles também são nosso cliente, vamos dizer assim, de uma certa forma, por estarem dentro da plataforma.

Ok. Muito obrigado.

De nada.

 

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