Wagner Cassimiro
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Série EYU | 1 de 6 | Modelo de Governança

Olá, estou aqui com o Armando Lourenzo da Universidade Corporativa da EY e falaremos sobre o modelo de governança. Eu sou Wagner Cassimiro e este é o Espresso3!

Armando, por que um sistema de educação corporativa precisa ter um modelo de governança?

Bom, essencialmente você precisa separar o que é operação do que é estratégico. A atual EY, anteriormente Ernst Young, você tem a minha liderança que é o diretor responsável pela universidade corporativa da Ernst Young para o Brasil e para a América do Sul.

O meu report, em questões operacionais, financeiras, administrativas é para o vice-presidente de operações e para o presidente me reporto para questões estratégicas. Mas além destes, nós temos um Comitê de Educação no Brasil, então há um report duplo e neste comitê, que o presidente está presente, vários sócios, a diretoria de recursos humanos e a mim. Então nós estamos presentes para discutir questões estratégicas, nós discutimos o budget e discutimos indicadores.

Enfim, eu acho que a grande vantagem de você ter um modelo desse é que você olha para frente estabelece uma diretriz organizacional e a universidade segue nessa linha mas é linkada à estratégia da EY, porque a universidade corporativa, talvez a grande diferença dela para um área de treinamento é este alinhamento com a estratégia da empresa.

Então, no fundo, este modelo de governança corporativa que permite, na minha opinião, você ter um alinhamento com a estratégia da empresa e o monitoramento deste alinhamento também. Então é por esta razão. E a questão do foco, ligado direto ao presidente, ao vice-presidente, é para que tenhamos uma concentração muito grande na área de treinamento, desenvolvimento das pessoas. Haja vista que o Brasil tem um gap muito grande de educação, então nós precisamos focar nesta área. E, ainda na América do Sul, aí eu já me reporto direto para o presidente da América do Sul, mas ainda nós não temos um comitê de educação. Mas já há discussões, país, por país, em termos estratégicos.

E quais os desafios de manter a governança em funcionamento?

Primeiro você tem a questão operacional, Wagner. Você precisa ter reuniões agendadas, você precisa ter uma pauta, você precisa ter os indicadores prontos, você precisa ter conteúdo para ser discutido e este conteúdo precisa estar sempre alinhado com a estratégica da organização, então eu acho que este é um papel, primeiro um papel um ponto relevante é a questão da operação porque se você não segue esta operação, ele acaba não acontecendo. E em segundo lugar a qualidade do conteúdo, quer dizer, a qualidade do que vai ser discutido. Então eu acho que são dois pontos chave. Um terceiro, talvez, a gente poderia indicar as pessoas que fazem parte deste comitê, porque elas estão alinhadas com a estratégia e ajudam na realidade a compartilhar as informações dentro da EY.

OK! Muito obrigado!

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