Wagner Cassimiro
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Série EYU | 6 de 6 | Formação de facilitadores

Olá, estou aqui com Armando Lourenzo, da Universidade Corporativa da EY, e falaremos sobre formação de facilitadores. Eu sou Wagner Cassimiro e esse é o Espresso3.

Armando, primeiro: quais são as principais competências a serem trabalhadas nos facilitadores?

Eu acho que depende sempre da área que vai ser trabalhada, mas de uma maneira geral, quando eu digo nosso caso, eu falo da educação para adultos. Então, quer dizer, eu acho que a primeira competência é que a pessoa compreenda que ensinar uma criança é diferente de ensinar um adulto. Então, por exemplo, esse já é um tema que trabalhamos no nosso programa de certificação. E dentro desse programa de certificação, dentro desse pilar, vamos dizer assim, de andragogia, são discutidas essas técnicas de como você vai ajudar o adulto a aprender com o foco na aplicação. Então essa é a primeira competência, vamos dizer assim, mas que ela é subdividida em vários aspectos, inclusive de soft skills.

Depois, uma outra competência que vamos desenvolver está ligada à questão de técnica de apresentação, de como lidar com grupo, e que muitas vezes trabalhamos dentro de andragogia, e por fim o design de treinamentos. Então, ele aprende a andragogia, isso inclinado, isso com soft skills, técnicas de apresentação para salas para adulto, e terceiro, o design de treinamento. Na realidade seriam muitas as competências, é que focamos nisso no nosso programa de certificação, nossos profissionais já têm muita experiência, até porque quando nós selecionamos, nós já selecionamos com características técnicas, com vocação e com software skills já adequados, então por isso que nós já trabalhamos essas características, essas competências, enfim, como podemos chamar. E aí eles fazem um programa de certificação, ou seja, então eles têm um treinamento, é mais de um, são dois, para que eles desenvolvam essas características. É um dos programas mais – talvez assim, de melhor qualidade que temos, as pessoas gostam muito, e é importante, porque você vê o resultado final, as pessoas saem do treinamento realmente com uma percepção de que agregou, e quando você vai no campo depois, nas aulas, você nota a elevação dos indicadores, também tem uma elevação dos indicadores. A pessoa percebe que tudo isso que ela aprende não serve só para uma aula, mas serve para a vida em qualquer situação, até com cliente, então esse é o processo que fazemos de certificação.

Agora, note que a questão da certificação, ela não é só um treinamento, não é? Você tem um processo de seleção, você tem um processo de desenvolvimento, depois você tem de avaliação, eles são avaliados inclusive internamente, que está interligado com a avaliação da área de talent, e por fim premiações, ou seja, eles podem receber talvez um curso de aperfeiçoamento, por exemplo, em função do que eles tiveram de resultado, para que consigamos motivá-los no treinamento, então esse é o processo que fazemos como um todo para o programa de certificação. Hoje nós devemos ter já mais de 550/600 facilitadores já certificados nesse programa.

Basicamente o facilitador ele atua na operação, nos projetos da EY?

E essa é a diferença, né, por exemplo, para temas de soft skills nós contratamos externamente. Para temas técnicos, que deveria talvez 90% dos nossos instrutores, deve ter hoje em torno de 830, 90% dos nossos facilitadores são da área técnica, eles são internos. E eles têm muito conhecimento técnico, muita experiência. Então essa riqueza é passada nos treinamentos ou nas ações de desenvolvimento, e aí os participantes realmente eles aprendem mais, porque você aprende com a prática, aprende com quem já fez, é uma lição aprendida, é uma best practice, então isso colabora bastante.

Além dessa avaliação da universidade corporativa, ele ganha algum reconhecimento em termos de carreira, ou mesmo da avaliação dele?

Olha, ele tem, a avaliação é integrada, quer dizer, quando nós fazemos a avaliação dele já vai para o sistema de avaliação de talent, então ele tem isso, então no comitê, que eles têm de talent, então isso é considerado, é um aspecto. Não estou falando que ele vai ser promovido ou não por causa disso, não é isso que eu falei, mas estou querendo dizer que é um ponto a considerar na avaliação. Então nós temos também as pessoas que, tem os profissionais que melhor tiveram a avaliação, muitas vezes ganham um prêmio, que é um curso de aperfeiçoamento, para fazer fora, mas é o máximo que fazemos. Eles têm também, o crachá é diferenciado, porque eles se diferenciam aqui na EY por ser um facilitador, e nós fazemos almoços trimestrais com o CEO da empresa, e que parte desses facilitadores almoça junto ao presidente da empresa, e aí eles têm uma exposição muito grande.

Legal. Muito obrigado.

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