Wagner Cassimiro
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Série Santander | Entrevista 6 de 6 – Mapeamento de conhecimentos fundamentais no Santander

Olá, estou aqui no Santander com a Clara para falar sobre mapeamento de conhecimentos fundamentais. Eu sou Wagner Cassimiro e este é o Espresso3.

Clara, conte-me antes de tudo, o que são conhecimentos fundamentais?

Wagner, os conhecimentos fundamentais são os conhecimentos que os profissionais do banco precisam para trabalhar melhor. Quando fomos olhar para nossa realidade, nós percebemos que tinha três níveis de conhecimento: os conhecimentos que são fundamentais para atuação no mercado financeiro, os conhecimentos que são fundamentais para atuação no Santander e os conhecimentos que são fundamentais a todos os profissionais do século 21. Então, quando fomos fazer este mapeamento, nós buscamos atender estas três esferas de conhecimento.

E, qual foi o contexto que originou este projeto de mapeamento?

Então, diante deste cenário de que estes conhecimentos existem e nós sabemos disso, nós fomos muito questionados dentro do banco porque entrávamos só em sala de aula só em junho e sempre com os mesmos temas. Então, a demanda estava muito colocada. Nós nos colocamos este desafio de antecipar esta entrega e não só simplesmente começar a entregar os produtos, mas começar a ver o que fazia sentido para o banco. Quando eu fui analisar o meu histórico, eu tinha diversos cursos com temas muito parecidos, então eu aproveitei para fazer um alinhamento também conceitual e técnico dos temas. Então, foi uma forma de melhorar a minha operação, mas também o meu desenho. Daí, começou a se originar a nossa arquitetura de educação que vem de um histórico de coisas já realizadas e que já faziam sentido dentro do Santander ao longo dos anos dentro destas três grandes questões.

Legal, e quais foram os resultados alcançados?

Tivemos resultados em algumas frentes diferentes. Algumas mais qualitativas e outras mais quantitativas. Primeiro o resultado que vem da primeira provocação em que tivemos uma curva muito mais saudável. Então, uma estabilidade na entrega, já começando em janeiro de 2015. Em segundo lugar, eu consegui ter um alinhamento conceitual dos produtos, então eu comecei a trabalhar temas de muita relevância para o banco de uma forma mais alinhada. Deixei de ter 8 cursos, 10 cursos diferentes sobre o mesmo tema e passei a ter uma oferta institucional. Passei a trabalhar temas técnicos de forma institucional. Em termos de operação, eu consegui atender a demandas que eram muito pulverizadas. Então, como as minhas turmas são mistas, eu consigo às vezes eu tenho uma necessidade de capacitação de dois funcionários em uma área em um tema em que eu junto com cinco de outra área e formo uma turma, então eu consegui ter uma entrega muito melhor. E, também ao longo do tempo, o projeto foi ganhando uma inteligência junto com nossas outras frentes de atuação. Então, eu consegui mensurar resultados no médio prazo, porque só foi um ano só, e fazer melhoria contínua de fato, eu me aproximei muito mais dos parceiros, então o projeto foi gerando uma inteligência própria e agora ele é uma área dentro de RH Educação, que é área que é o portfolio e que agora ele vai passar dos conhecimentos gerais para os específicos.

E a adesão dos participantes?

Ela foi excelente. Assim, nós estimamos um número de vagas face ao orçamento previsto de acordo com que estes conhecimentos fundamentais fizessem sentido para cada uma das áreas. E a oferta e a entrega superaram este número de vagas e isto distribuído em 26 cursos diferentes. Para o ano que vem eu tenho mais 10 cursos em desenvolvimento para esta oferta de conhecimentos fundamentais.

Ok, muito obrigado, Clara!

Muito obrigada!

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