Wagner Cassimiro
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Série vloggers corporativos educacionais |1 de 3| – Vantagens do vlog

Olá! Hoje nós temos um cafezinho especial. Estou aqui com Paulo Machado da Cacau Show e Ricardo dos Santos da Atento. Os dois são vloggeiros que desenvolvem recursos educacionais dentro desse formato. Aqui neste primeiro vídeo faremos uma introdução sobre o que é um vlog corporativo com finalidade educacional. Eu sou Wagner Cassimiro e este é o Espresso3.

Paulo, como nasceu essa ideia dentro da Cacau Show?

[Paulo] Só para contextualizar, Wagner, a Cacau Show tem uma universidade corporativa, existem quatro escolas e nestas escolas existem trilhas desenhadas que já estão em execução. E aí nós pensamos em um meio para nos apoiar no desenvolvimento dessas trilhas, pílulas bem rápidas. E aí nasceram os vídeos, que por sua vez tiveram uma receptividade excelente e deram continuidade a outros vídeos aqui dentro da universidade.

Legal Paulo, vamos dar uma olhadinha?

E você Ricardo? Como começou lá na Atento?

[Ricardo] Na verdade, na Atento nós também temos uma área voltada para o desenvolvimento de profissionais, chamada Academia Atento. E a ideia do vlog, do vídeo, foi se adequar à linguagem. Temos um público muito jovem, a maior parte das pessoas que trabalham na Atento, é uma característica. Então, nós pensamos justamente em uma forma de aproximar a linguagem, de fazer com que os vídeos fossem atrativos e fugir um pouco do modelo tradicional de sala de aula, pensando também em uma série de fatores come redução de custo e etc. Acredito que tenha sido muito importante, porque nós conseguimos, através de depoimentos das pessoas que viram o vídeo, temos recebido feedbacks muito positivos em relação a isso e acredito que a ideia tem sido muito boa e de que a tendência é de evoluir cada vez mais.

Legal, vamos dar uma olhadinha também?

Legal é que nos vídeos vocês estão bem animados e aqui vocês estão um pouco mais sérios, não é? Agora as pessoas sabem como vocês realmente são.

[Ricardo] É verdade. Uma coisa que eu acho importante também é que quando nós começamos a gravar o vídeo é meio que uma persona, acredito que com o Paulo também seja uma experiência semelhante. Nós no dia a dia, mas quando liga a câmera e fala que é um vlog eu procuro pensar nas pessoas que vão assistir. Que tipo de coisa, qual artifício que podemos utilizar para tornar atrativo e que as pessoas realmente tenham vontade de assistir. Eu acho que por isso acabamos naturalmente nos descontraindo um pouco mais.

[Paulo] É. Eu levo muito em consideração o fato de quando eu estou em sala. Em sala criamos artifícios, meios para prender a atenção das pessoas, trazer alguma coisa descontraída e no vídeo também é a mesma coisa. A diferença é que você cria alguns bordões que faz com que as pessoas se sintam confortáveis de assistir aquele vídeo, querer ver quando ele está sendo colocado na nossa plataforma. E o legal são os feedbacks que acabamos recebendo depois, dentro de um evento, de uma convenção, as pessoas nos procuram e parabenizam por aquele vídeo. Isso é bem gostoso!

Legal, Ricardo, aproveitando esse gancho, quais outras percepções de experiência você tem em relação ao vlog educacional e outros formatos?

[Ricardo] Eu acredito que a questão do atendimento ao público alvo, como mencionei anteriormente. Eu acho que hoje as pessoas, até por conta do acesso fácil às mídias sociais que estão cada vez mais facilitando essa comunicação, eu acredito que, como foi falado pelo Paulo, precisamos nos adequar a essa nova realidade. Eu bato muito nessa tecla, eu acredito que EaD é uma tendência que veio aí para ficar e a percepção que eu tenho é justamente essa, que a aceitação das pessoas é extremamente positiva. Porque no dia a dia, em casa quando a pessoa vai assistir um vídeo de youtube, ela cria uma expectativa de que vai ser uma coisa que traga um conteúdo educacional, mas que também tenha uma veia de bom humor. Acho que essa atratividade acaba sendo muito maior. Se de repente você produz um vídeo muito quadradinho, falando tecnicamente, utilizando termos técnicos e que não se comunicam com a linguagem das pessoas, acho que fica um pouco…

Não fica natural e fica chato para a pessoa, uma tortura.

[Ricardo] Exatamente. Fica chato. E o que torna atrativo justamente é essa veia do humor. Afinal de contas quando vamos para o youtube, quando vamos para um canal de youtube é intrínseco isso. Acabamos criando uma expectativa de que aquilo seja educativo e ao mesmo tempo gostoso. Atrativo de se assistir.

Paulo, e do seu ponto de vista?

[Paulo] Eu acredito no seguinte, Wagner, quando você pensa na ponta, no dia a dia, principalmente falando do meu negócio. Eu estou dentro de uma escola de negócios e o varejo em si é pesado. É trabalhoso porque você lida com expectativas de clientes, de parceiros, o teu próprio gestor. Então quando você promove um vídeo que tem uma qualidade, que imprime com seriedade, mas algo que seja descontraído, você até faz com que aquele momento seja um momento prazeroso da capacitação. Então, você induz os nossos parceiros, os nossos franqueados, as nossas consultoras a buscar o conhecimento, mas com prazer também. Aquilo me agrega e eu posso de fato aprender a colocar em prática com o meu próximo cliente que entrar na nossa loja.

E um público mais específico, um tipo de conteúdo mais específico que vocês acham mais apropriado?

[Paulo] Eu acredito que você tem que conhecer muito bem o seu negócio e a expectativa das pessoas que vão assistir o conteúdo. Não acredito em algo muito longo, a não ser que seja um webcast, alguma coisa nesse formato onde você tem outras ferramentas para amparar. Mas as pessoas hoje estão se adaptando muito ao meio tecnológico, estão buscando esses formatos para buscar conhecimento. Eu acredito que qualquer conteúdo quando bem planejado, bem estruturado e que tenha uma meta, um propósito, você possa trabalhar com este formato.

E você Ricardo? Você acha que tem públicos distintos que são mais adequados a esse tipo de formato?

[Ricardo] Acredito que sim. É claro que há uma tendência natural, uma migração natural de todos os públicos, independente da idade para as mídias sociais. Acredito que isso é uma tendência, e que veio para ficar, como eu disse. E sim, acredito que a linguagem, principalmente, precisa ser voltada para este público. No caso específico da Atento, nós temos um público muito jovem e o público jovem naturalmente busca esse tipo de linguagem, esse tipo de formato. Agora é óbvio que pensando em pessoas mais experientes, em pessoas que estão na corporação há mais tempo, e a tendência da Atento é evoluir para esse formato também, mas sem perder essa essência. A essência é a grande sacada. A essência dos bordões, como o Paulo falou, do bom humor, da descontração. Porque é natural que essas pessoas tenham eu vou para um vídeo, e de fato concordo plenamente com o Paulo quando ele diz que não pode ser algo muito longo, precisa ser pílulas de conhecimento, porque em média, e você que tem um canal sabe disso, um vídeo de mais de três minutos naturalmente as pessoas começam a perder um pouco a atenção, começam a olhar outra coisa, mexer no celular, etc. Então três minutos é um tempo suficiente para passar um recado e gerar um aprendizado.

E depois a atenção mesmo vai se desprendendo, outras coisas vão surgindo.

Obrigado Ricardo, obrigado Paulo. E não percam a continuidade dessa entrevista. Até mais!

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